sexta-feira, 16 de julho de 2010

Cidade Metropolitana

*Dia 17 de julho de 2010, Sabará comemora 299 anos de elevação a Villa Real de Nossa Senhora da Conceição do Sabará e 335 anos de fundação. Parabéns Sabará!!!


Não é principal
Está além da periferia
Um lugar imaginário
Entre a grande capital
E o imenso interior
Um lugar surreal
Com povo superior
Algo inexplicável e anormal
No mundo de hoje
População de valor

Cidade de pouca gente
Ruas e calçadas verticais
Ladeiras anormais
População rica e carente
Diversidade divergente

Município vizinho
Lugar “pertinho”
Cidade metropolitana
De tão próxima, distante
Integrada, cultural, pequena
Histórica, industrial, fascinante
Cidade mãe
Origem da metrópole
Simplesmente, metropolitana

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Vento e Brisa

Vento fraco
Brisa forte
Leve chuva de aço
Você em meu braço
Tempestade brusca
Vento soprando a sorte
Dia e noite
Medo da morte

Sol, chuva e arco
Retina, íris e tímpano
Arco-íris sobre meu barco
Quinta estação do ano
Vento que faz as ondas
Carrega meus medos

Vento forte
Ou fraco que bate
Leve brisa
Que toca minha fronte
Encontre minha face, lisa
Redundantemente, de frente

Vento que traz e leva
Brisa que simplesmente carrega
Vento que sopra e canta de leve
Brisa que existe e me entrega
Agrega-me sabor, frio e calor

Vento do céu
Brisa de hoje
Um tempo meu
Outro tempo teu

Vento e brisa que seguem
Carregando para um lugar comum
Adiante, convergente ou divergente
Paralela ou perpendicularmente
Leve contigo o vento da morte!

Segundo semestre de 2010...

Pois é...

... as férias estão começando a acabar! Quer dizer, está na etapa final, mas é aquela máxima de que tudo que é bom dura pouco, tudo que é sólido: derrete! Mas ainda dá tempo de endurecer, digo, de divertir... E diversão... não tem preço!

Mas 2010 não é só diversão... Muita coisa  ainda pode acontecer...

... último semestre da faculdade, estágio, férias, e eu ainda arrumo tempo para trocar o gás da vizinha. É, isso mesmo, a válvula estava muito presa e ela não tava conseguindo tirar de dentro do butijão e pediu para eu trocar!

... mas falando das coisas sérias, né? Tem Eleições no Brasil (puxa, poxa, puta, porra - eleição no Brasil é sério?). Tem casamento homossexual na Argentina, tem o desfecho (ou não) do caso Bruno, caso Carlos, Daniel, Éder, Fábio, Gabriel, Helbert, etc, etc... Nussssss, na falta do Brasil na Copa, vamos falar do Bruno, não é assim que a TV do nosso país faz (exceto o SBT), mas enfim... tem muita coisa ainda para acontecer neste ano!
  
Mas enfim, logo logo estarei postando mais frequentemente por aqui...

Até breve! 

sábado, 26 de junho de 2010

O Sotaque das Mineiras" Carlos Drummond de Andrade

Mineira devia nascer com tarja preta avisando: ouvi-la faz mal à saúde. Se uma mineira, falando mansinho, me pedir para assinar um contrato doando tudo que tenho, sou capaz de perguntar: só isso? Assino achando que ela me faz um favor.

Eu sou suspeitíssimo. Confesso: esse sotaque me desarma. Certa vez quase propus casamento a uma menina que me ligou por engano, só pelo sotaque.

Mas, se o sotaque desarma, as expressões são um capítulo à parte. Não vou exagerar, dizendo que a gente não se entende... Mas que é algo delicioso descobrir, aos poucos, as expressões daqui, ah isso é...

Os mineiros têm um ódio mortal das palavras completas. Preferem, sabe-se lá por que, abandoná-las no meio do caminho (não dizem: pode parar, dizem: "pó parar". Não dizem: onde eu estou?, dizem: "ôndôtô?"). Parece que as palavras, para os mineiros, são como aqueles chatos que pedem carona. Quando você percebe a roubada, prefere deixá-los no caminho.

Os não-mineiros, ignorantes nas coisas de Minas, supõem, precipitada e levianamente, que os mineiros vivem — lingüisticamente falando — apenas de uais, trens e sôs. Digo-lhes que não.

Mineiro não fala que o sujeito é competente em tal ou qual atividade. Fala que ele é bom de serviço. Pouco importa que seja um juiz, um jogador de futebol ou um ator de filme pornô. Se der no couro — metaforicamente falando, claro — ele é bom de serviço. Faz sentido...

Mineiras não usam o famosíssimo tudo bem. Sempre que duas mineiras se encontram, uma delas há de perguntar pra outra: "cê tá boa?" Para mim, isso é pleonasmo. Perguntar para uma mineira se ela tá boa, é como perguntar a um peixe se ele sabe nadar. Desnecessário.

Há outras. Vamos supor que você esteja tendo um caso com uma mulher casada. Um amigo seu, se for mineiro, vai chegar e dizer: — Mexe com isso não, sô (leia-se: sai dessa, é fria, etc).

O verbo "mexer", para os mineiros, tem os mais amplos significados. Quer dizer, por exemplo, trabalhar. Se lhe perguntarem com o que você mexe, não fique ofendido. Querem saber o seu ofício.

Os mineiros também não gostam do verbo conseguir. Aqui ninguém consegue nada. Você não dá conta. Sôcê (se você) acha que não vai chegar a tempo, você liga e diz:

— Aqui, não vou dar conta de chegar na hora, não, sô.

Esse "aqui" é outro que só tem aqui. É antecedente obrigatório, sob pena de punição pública, de qualquer frase. É mais usada, no entanto, quando você quer falar e não estão lhe dando muita atenção: é uma forma de dizer, olá, me escutem, por favor. É a última instância antes de jogar um pão de queijo na cabeça do interlocutor.

Mineiras não dizem "apaixonado por" Dizem, sabe-se lá por que, "apaixonado com". Soa engraçado aos ouvidos forasteiros. Ouve-se a toda hora: "Ah, eu apaixonei com ele...". Ou: "sou doida com ele" (ele, no caso, pode ser você, um carro, um cachorro). Elas vivem apaixonadas com alguma coisa.

Que os mineiros não acabam as palavras, todo mundo sabe. É um tal de bonitim, fechadim, e por aí vai. Já me acostumei a ouvir: "E aí, vão?". Traduzo: "E aí, vamos?". Não caia na besteira de esperar um "vamos" completo de uma mineira. Não ouvirá nunca.

Na verdade, o mineiro é o baiano lingüístico. A preguiça chegou aqui e armou rede. O mineiro não pronuncia uma palavra completa nem com uma arma apontada para a cabeça.

Eu preciso avisar à língua portuguesa que gosto muito dela, mas prefiro, com todo respeito, a mineira. Nada pessoal. Aqui certas regras não entram. São barradas pelas montanhas. Por exemplo: em Minas, se você quiser falar que precisa ir a um lugar, vai dizer:

— Eu preciso de ir.

Onde os mineiros arrumaram esse "de", aí no meio, é uma boa pergunta. Só não me perguntem. Mas que ele existe, existe Asseguro que sim, com escritura lavrada em cartório. Deixa eu repetir, porque é importante. Aqui em Minas ninguém precisa ir a lugar nenhum. Entendam... Você não precisa ir, você "precisa de ir". Você não precisa viajar, você "precisa de viajar". Se você chamar sua filha para acompanhá-la ao supermercado, ela reclamará:

— Ah, mãe, eu preciso de ir?

No supermercado, o mineiro não faz muitas compras, ele compra um tanto de coisa. O supermercado não estará lotado, ele terá um tanto de gente. Se a fila do caixa não anda, é porque está agarrando lá na frente. Entendeu? Deus, tenho que explicar tudo. Não vou ficar procurando sinônimo, que diabo. E não digo mais nada, leitor, você está agarrando meu texto. Agarrar é agarrar, ora!

Se, saindo do supermercado, a mineirinha vir um mendigo e ficar com pena, suspirará:

— Ai, gente, que dó.

É provável que a essa altura o leitor já esteja apaixonado pelas mineiras Eu aviso que vá se apaixonar na China, que lá está sobrando gente E não vem caçar confusão pro meu lado.

Porque, devo dizer, mineiro não arruma briga, mineiro "caça confusão". Se você quiser dizer que tal sujeito é arruaceiro, é melhor falar, para se fazer entendido, que ele "vive caçando confusão".

Para uma mineira falar do meu desempenho sexual, ou dizer que algo é muitíssimo bom (acho que dá na mesma), ela, se for jovem, vai gritar: "Ô, é sem noção". Entendeu, leitora? É sem noção! Você não tem, leitora, idéia do tanto de bom que é. Só não esqueça, por favor, o "Ô" no começo, porque sem ele não dá para dar noção do tanto que algo é sem noção, entendeu?

Ouço a leitora chiar:

— Capaz...

Vocês já ouviram esse "capaz"? É lindo. Quer dizer o quê? Sei lá, quer dizer "tá fácil que eu faça isso", com algumas toneladas de ironia. Gente, ando um péssimo tradutor. Se você propõe a sua namorada um sexo a três (com as amigas dela), provavelmente ouvirá um "capaz..." como resposta. Se, em vingança contra a recusa, você ameaçar casar com a Gisele Bundchen, ela dirá: "ô dó dôcê". Entendeu agora?

Não? Deixa para lá. É parecido com o "nem...". Já ouviu o "nem..."? Completo ele fica:

- Ah, nem...

O que significa? Significa, amigo leitor, que a mineira que o pronunciou não fará o que você propôs de jeito nenhum. Mas de jeito nenhum. Você diz: "Meu amor, cê anima de comer um tropeiro no Mineirão?". Resposta: "nem..." Ainda não entendeu? Uai, nem é nem. Leitor, você é meio burrinho ou é impressão?

A propósito, um mineiro não pergunta: "você não vai?". A pergunta, mineiramente falando, seria: "cê não anima de ir"? Tão simples. O resto do Brasil complica tudo. É, ué, cês dão umas volta pra falar os trem...

Certa vez pedi um exemplo e a interlocutora pensou alto:

— Você quer que eu "dou" um exemplo...

Eu sei, eu sei, a gramática não tolera esses abusos mineiros de conjugação. Mas que são uma gracinha, ah isso lá são.

Ei, leitor, pára de babar. Que coisa feia. Olha o papel todo molhado. Chega, não conto mais nada. Está bem, está bem, mas se comporte.

Falando em "ei...". As mineiras falam assim, usando, curiosamente, o "ei" no lugar do "oi". Você liga, e elas atendem lindamente: "eiiii!!!", com muitos pontos de exclamação, a depender da saudade...

Tem tantos outros... O plural, então, é um problema. Um lindo problema, mas um problema. Sou, não nego, suspeito. Minha inclinação é para perdoar, com louvor, os deslizes vocabulares das mineiras.

Aliás, deslizes nada. Só porque aqui a língua é outra, não quer dizer que a oficial esteja com a razão. Se você, em conversa, falar:

— Ah, fui lá comprar umas coisas...

— Que' s coisa? — ela retrucará.

Acreditam? O plural dá um pulo. Sai das coisas e vai para o que.

Ouvi de uma menina culta um "pelas metade", no lugar de "pela metade". E se você acusar injustamente uma mineira, ela, chorosa, confidenciará:

— Ele pôs a culpa "ni mim".

A conjugação dos verbos tem lá seus mistérios, em Minas... Ontem , uma senhora docemente me consolou: "preocupa não, bobo!". E meus ouvidos, já acostumados às ingênuas conjugações mineiras. nem se espantam. Talvez se espantassem se ouvissem um: "não se preocupe", ou algo assim. A fórmula mineira é sintética. e diz tudo.

Até o tchau. em Minas. é personalizado. Ninguém diz tchau pura e simplesmente. Aqui se diz: "tchau pro cê", "tchau pro cês". É útil deixar claro o destinatário do tchau. O tchau, minha filha, é prôcê, não é pra outra entendeu?

sábado, 12 de junho de 2010

Pré-Paradoxal

Pedaços de pedra


Caminhos, luz e sombra

O utilitarismo tomou conta

Não há mais regras para o Caos

E o que tinha uma ordem e era esperado não existe!



Os fins e meios se confundem e se completam

Não há verdades nem mentiras...

Certo e Errado são dois conceitos substituíveis

Cada vez mais, sendo trocados por

Adequado e Inadequado



E o mundo ficou Antiquado

Antidepressivo tomado por seres reais

Sem semantica ficou curto o léxico

Na profundeza e a simplicidade da menor palavra dotada de significado relacionada a dor:

Amor!



E não existem mais modelos

E o paradoxo do paradoxo é o anti-paradoxo

Complexo, não?

Mas se a vida fosse incomplicável...

E se a vida fosse menos corrida...

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Apenas 4% dos brasileiros têm hábitos sustentáveis

Apenas 4% dos consumidores brasileiros praticam o chamado consumo consciente – modo que extrapola o atendimento de necessidades individuais, levando em conta os reflexos do consumo na sociedade, economia e meio ambiente.

O dado é de uma pesquisa da Cetelem, empresa do setor financeiro, que aplicou a metodologia Teste de Consumo Consciente (TCC) criada pelo Instituto Akatu – que atua com foco na mudança de comportamento do consumidor. O teste considera o cumprimento de 13 comportamentos simples, como apagar as luzes ao sair de um local ou fechar a torneira ao escovar os dentes; quanto mais desses hábitos são seguidos, maior o nível de comprometimento do consumidor. A pesquisa foi realizada entre janeiro e abril de 2010.

Ao todo, 65% dos entrevistados são enquadrados como “iniciantes” – adotam entre três e sete desses comportamentos sustentáveis. Por outro lado, 11% são “indiferentes” sobre o impacto de seu comportamento de consumo em relação ao meio ambiente, praticando, no máximo, dois hábitos sustentáveis. A parcela consciente da população (4%), segundo a pesquisa, adota de 11 a 13 comportamentos.

“São pequenas atitudes, como saber utilizar a energia conscientemente. Desse modo, podemos melhorar o fato de consumirmos 40% a mais do que o planeta permite. A nova geração já tem mais consciência, pois discute a sustentabilidade nas escolas”, avalia o coordenador de mobilização do Instituto Akatu, Ricado Oliani.

O estudo aponta que o nível de escolaridade está diretamente relacionado ao grau de comprometimento do consumidor; quanto mais instruídos, maior o nível de consciência. Já as mulheres são mais comprometidas do que os homens. Nos outros grupos de consumo, no entanto, não há diferença significante entre os gêneros.

O Nordeste e o Sul apresentam-se como os mais indiferentes, enquanto o Sudeste é o mais comprometido. Os iniciantes são, de certa forma, distribuídos uniformemente entre as Regiões. Entre os conscientes, 94% vão aumentar as economias nos próximos 12 meses, percentual que diminui conforme os grupos de consumo, chegando a 70% entre os indiferentes.

A grande quantidade de lixo produzido no Brasil e a pequena quantidade de resíduos reciclados no país indicam quanto os dados da pesquisa preocupam. Segundo uma pesquisa realizada em 2009 pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (ABRELPE), a geração de lixo atual é de 1,152 kg por habitante por dia no Brasil, padrão próximo aos dos países da União Europeia, cuja média é de 1,2 kg por habitante por dia.

Ao mesmo tempo, um estudo realizado em 2009 pelo Instituto Ethos apontou que enquanto o Brasil recicla menos de 5% do lixo urbano, nos Estados Unidos o índice é de 40%.

Para o coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Gilmar Mauro, o problema é a adaptação da sociedade e sim o modelo econômico em que ela está inserida. “Não adianta idealizar uma vida sustentável para todos porque este sempre irá esbarrar no capitalismo com sua propaganda que incentiva o consumismo. O incentivo ao consumo consciente é importante para conscientizar a população, mas isso não vai resolver o problema”, afirma.

(Envolverde/Aprendiz)

Brasil lidera ranking de sustentabilidade

O Brasil encabeça o ranking de combate à mudança climática publicadoem 14/12/2009 pela ONG Germanwatch e a rede Climate Action Network (CAN), organizações não-governamental europeias. Pela 1ª vez desde que o indicador começou a ser medido, um país emergente ocupa a liderança da lista, superando países desenvolvidos economicamente como a Suécia, a Alemanha e a Noruega. As informações são da BBC Brasil.

O Brasil obteve nota 68, o que o coloca no grupo dos países cujo desempenho no combate à mudança climática é considerado “bom”. No mesmo grupo ficaram a Suécia (67.4), Grã-Bretanha e Alemanha (65.3), França (63.5), Índia (63.1), Noruega (61.8) e México (61.2).

“É muito bom que países emergentes estejam ganhando posições neste ranking. Estão mandando um sinal claro, durante as negociações de Copenhague, de que estão comprometidos em combater a mudança climática. Gostaria apenas que outros países europeus estivessem demonstrando o mesmo compromisso para com as mudanças positivas”, avaliou o diretor europeu da rede CAN, Matthias Duwe.

Esta foi a quinta edição do índice de desempenho da mudança climática (CCPI, na sigla em inglês) que avaliou as medidas que estão sendo tomadas em 57 países e as comparou com o que está sendo feito em outros países e o que a organização considera necessário ser feito para evitar um aumento de 2º C na temperatura do planeta.

Como a ONG considera que “nenhum país está se esforçando o suficiente para prevenir uma perigosa mudança climática”, nenhum desempenho foi considerado “muito bom”, o que deixou vazias as três primeiras posições do ranking.

As duas ONG elogiaram a melhora do marco legal de proteção ao clima no Brasil. Mas adotaram uma postura cautelosa em relação à desaceleração do ritmo de desmatamento que reduziu as emissões de carbono do país.

“Ainda não está claro se isto é resultado de uma menor demanda por óleo de palma e soja na atual crise econômica.”

O indicador foi divulgado no mesmo dia em que as negociações sobre o clima na capital dinamarquesa esbarram em um impasse, com os países emergentes acusando os desenvolvidos de promover um acordo sem força para reduzir as emissões de gases que causam o efeito estufa e o aquecimento global. No rascunho de acordo apresentado na sexta-feira (11), as metas de cortes na emissão de carbono variam de 25% a 45% até 2020.

Para os divulgadores do CCPI, as metas apresentadas pelos países ricos são “insuficientes”. No fim da lista, entre os países com desempenho “muito ruim”, figuram o Canadá (40.7) e a Arábia Saudita (28.7).

A ONG ressaltou que, apesar de estar entre os dez maiores emissores mundiais de CO2, até agora o Canadá não anunciou nenhuma política significativa em relação ao tema. Já a Arábia Saudita, o maior produtor mundial de petróleo, é considerada uma espécie de “inimiga” dos ambientalistas por questionar a origem e a importância do fenômeno de aquecimento global. Na mesma categoria, e a apenas oito do fim do ranking, ficaram os Estados Unidos (46.3).

“Há uma série de propostas de políticas climáticas tramitando no Congresso americano no momento, mas nenhuma ainda aprovada”, disse o diretor de políticas da Germanwatch, Christoph Bals. “Uma lei que realmente reduza as emissões, assim como uma posição forte em Copenhague, melhoraria sua posição no ranking”, acrescentou. (Edição: Rivadavia Severo)


(Envolverde/Agência Brasil)

Última Palavra

Eu não recordo qual foi a última palavra nem a última frase que você disse antes de partir... Eu não sei se isso é normal, mas sempre perco ...