terça-feira, 8 de julho de 2014

A Terceira Lei do Amor de Newton

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"A toda a ação opõe sempre uma igual reação. Isto é, as ações mútuas de dois corpos um sobre o outro são sempre iguais e opostas". Complexo isso? Não muito. Essa Lei de Newton explica muito bem as relações amorosas atuais. Toda ação produz uma reação de igual intensidade em sentido oposto, ou seja, se você der amor vai receber ódio, se você bater, vai ser retribuído com carinho. Se der um tapa, ganha um beijo.

Pois é, não deveria ser assim, mas o que tem-se notado na atualidade é que as pessoas gostam de sofrer, e quanto mais são judiadas, mais elas gostam. Tanto os homens quanto as mulheres são assim, amam quem as fazem sofrer e fazem sofrer quem as ama. Meio ilógico? De forma alguma! Newton já previa isso em sua terceira Lei.

Se queres ser amado então odeie! Se quer se dar bem, faça o mal! Mas será que funciona mesmo? A Lei de Newton é cientificamente comprovada, mas será que no universo amoroso existem regras e modelos preestabelecidos, que devem ser seguidos meticulosamente de forma robótica? Creio que não! No embate entre a emoção e a razão, nem sempre há vencedores, nem sempre há decisões corretas ou erradas, apenas decisões! E por fim, somos sempre derrotados!

sexta-feira, 18 de abril de 2014

sábado, 15 de março de 2014

Abraço Verdadeiro

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Um abraço verdadeiro faz toda diferença
Sentir-se inteiramente envolvido
Com sentimentos de real presença
Sensação de preenchimento e importância
Corpos unidos e corações batendo em um ritmo
Mesmo que em corpos distintos
Dois seres em comunhão em um abraço
Apertando-se mutuamente e sentindo

O equilíbrio do corpo muda
A impressão é de que se complementa
Da próxima vez que for abraça
Sinta o corpo todo apertando o seu
Faça a experiência de abraçar
E de preferência sinta-se abraçado
Abrace como se amasse o abraçante
Amasse quem te abraça
Abra os braços e abraça
Aperte bem, e permita-se apertar

Abrace e sinta-se melhor
Melhore o dia de quem te abrace
Abraçando de verdade
Abrace inteiro e não pela metade!

Muitas pessoas me abraçam de verdade
Mas hoje tive que dizer para um amigo
Que eu me sinto bem ao abraçá-lo
Não perca tempo nem oportunidade: Abrace!

sexta-feira, 7 de março de 2014

segunda-feira, 3 de março de 2014

Reconstrução de Palavras Carnavalescas!

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Eu queria matar
Mas me sinto morto
Eu queria parar de respirar
E acalmar meu coração
Desacelerar meus batimentos cardíacos
Rearticular meus pensamentos
Alinhando as ideias soltas e abstratas
Eu queria morrer
Eu queria matar o que me faz sofrer
Acabar com o que me causa dor
Mas sinto que tudo que sofro é por minha culpa
Minhas escolhas e meus passos
Seguem para onde eu não sei onde vou
E na loucura de divagar
Lá vou eu: de vagar!
Eu queria voltar a viver
E queria parar de querer e imaginar
Eu gostaria de parar de viver uma ilusão
Recomeçar e partir do princípio
Eu desejo ser feliz
Mas tenho medo de morrer
Talvez só por isso não me mate
Mas todo dia eu morro um pouco
Essa dor me aflige e me faz sofrer
Essa vontade de não existir
E de nunca ter existido
De não ter passado por sua vida
Essa inconstância
Da dúvida e da incerteza
Da impureza dos meus pensamentos
E da verdade em meus sentimentos
Esse meu jeito de ser verdadeiro
Me faz sentir-me um completo nada!
Perdido no deserto dos sonhos
Vejo meu futuro num espelho
Meu desejo: viver!

sábado, 1 de março de 2014

Só um pouco...

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Um pouco triste!
Um pouco cansado!
Um pouco desmotivado!
Talvez só um pouco...
Somente um pouco louco!

Um tanto quanto pra baixo
Um pouco mais exausto!
Um pouco inconstante!
Talvez só um pouco...
Somente um pouco inconsequente!

A alma não entende!
O corpo quer
Mas o espírito parece ter vida própria!
E o verbo já não pode mais ser conjugado!
E o adjetivo não cabe!
Por isso o advérbio
Ou a locuação
Que já não pode ser ouvida
Ó gloriosa locução adverbial!


Estou um pouco confuso
Um pouco tonto
Um pouco perdido
Um pouco de mim sabe
Que um muito acabou
Morreu e jaz no sepulcro!

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Sentimento Neutro

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Talvez essa seja a verdadeira definição de equilíbrio...
Não estou triste, não estou sofrendo, não está ruim...
Mas não estou feliz, não estou contente, nem alegre...
Se indagado eu for sobre meus sentimentos, nesse momento
Eu definiria apenas como um sentimento neutro
Mas a neutralidade, nesse caso, não é uma ausência de sentidos...
Não consiste em uma fuga da resposta, abstinência ou indecisão
Simplesmente um equilíbrio perfeito!
Nesse instante a balança não pende nem para o bem nem para mal!
Agora, meu semblante é de quem não sente alegria nem tristeza!
Até gostaria de pender para um ou outro lado
Entretanto, estou satisfeito com o equilíbrio que estou vivendo!
Tudo está no lugar... E a vida continua sem lágrimas!
Apesar de eu ser adepto da cura pelas lágrimas, ainda penso que dói!
E a dor me derrubaria para um lado triste da balança!
Prefiro manter-me no centro, sem tomar partido!
E isso não é indecisão, como já disse!
Optar por não emitir opinião, talvez seja, uma das decisões mais difíceis!
E no meio do barulho do mundo eu opto por me calar!
O silêncio, em geral, machuca e incomoda
E incomoda muito mais do que os gritos de quem não tem nada a dizer!

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