sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Sobre o metrô, a vida e o amor!

Vi hoje, enquanto observava a paisagem urbana através da janela lateral do metrô de Belo Horizonte, que mais parece um trem urbano, mas isto não vem ao caso... como dizia, observei a existência de uma planta entre os dormentes, no meido das pedras que forram o chão dos trilhos.

Notei a presença de uma planta no terreno, não digo solo, pois a costuma-se associar a ideia de solo à terra, mas como ela está muito abaixo da espessa camada de pedras azuis, como se fossem grandes britas, que estão dispostas por todo o intinerário do metrô: de Venda Nova ao Eldorado (estações terminais da linha de metrô da capital mineira).

Pois é, mas o que tem isto de importante?

Talves nada, entretanto, refletindo interiormente, cheguei a conclusão que existe vida mesmo onde tudo que se encherga é morto e inerte. Analogamente, é possível crer que existe amor mesmo onde só percebe-se a presença de ódio.

Veja só, havia vida num solo inóspito, mas mesmo assim uma força estranha fazia algo existir naquele local.

São poucas as pessoas que veem a pequena planta de largas folhas verdes entre os trilhos que sustentam o metrô quando este ruma sentido Eldorado, mas quer vejamos ou não... a planta sempre vai estar lá! Com a vida e o amor acontece da mesma forma. Eles não dependem que o outro saiba que exitem, continuam existindo, entretanto, são muito mais belos e bem aproveitados quando reconhece-se suas existências.

2 comentários:

  1. as pessoas só enxergam o inóspito porque é mais fácil vê-lo do que a presença da vida. é mais fácil enxergar ódio do que amor. para sorte dos q sabem aproveitar, a vida é indiferente ao nosso conhecimento.

    abçs

    ResponderExcluir
  2. O mundo tem maior facilidade em enxergar o que é feio e não presta, poucos conseguem ver a beleza na simplecidade, me lembrou aurea mediocratis, um dos temas classicos do arcadismo.

    Beijos

    ResponderExcluir

Ponto Final

Ponto Final Começo da frase Caixa alta Letra maiúscula garoto Ponha vírgulas, não faça orações tão extensas! Evite reticências... ...